Autoconsciência do Extremismo com Sim e Não

Auto Consciencia do Extremismo com Sim e Nao
Auto Consciencia do Extremismo com Sim e Nao

A neurociência do extremismo investiga como crenças extremas são formadas, mantidas e reforçadas no cérebro.

O fundamental é você poder medir quanto é ou não extremista pois todo extremista sempre estará no centro da normalidade e do bom senso.

Abaixo você encontra perguntas simples em primeira pessoa sobre crenças genéricas que são alavancadas por algoritmos de redes sociais para sequestrar o tempo de atenção dos usuários.

Um BLOCO onde o SIM indica Extremismo, e outro BLOCO onde Não indica extremismo.

Respostas SIM como Sinal de Extremismo:

Eu acredito que existem verdades ocultas que apenas um pequeno grupo de pessoas conhece?

Eu sinto que os meios de comunicação tradicionais estão sempre tentando manipular as pessoas?

Eu acredito que certos eventos significativos são frequentemente encenados ou falsos?

Eu considero que existe uma agenda secreta para controlar ou destruir sua maneira de viver?

Eu me sinto mais informado ou desperto do que outras pessoas sobre o que "realmente" está acontecendo no mundo?

Eu acredito que certos grupos de pessoas são responsáveis por problemas mundiais significativos?

Eu confio mais em fontes de informação alternativas do que em fontes de informação estabelecidas?

Eu sinto que é importante preparar-se para um colapso iminente da sociedade?

Eu acredito que existem forças malignas atuando contra mim e minha comunidade?

Eu acho que é necessário tomar ações drásticas para salvar sua nação, cultura ou modo de vida?


Respostas NÃO como sinal Extremismo:

Eu acredito na importância de ouvir diferentes pontos de vista antes de formar minha opinião?

Eu considero que a violência nunca é uma solução legítima para conflitos políticos ou sociais?

Eu confio em alguma fonte de mídia tradicional para obter informações?

Eu acredito que a ciência é uma maneira válida de entender o mundo?

Eu considero que o diálogo e o compromisso são essenciais na política?

Eu acho que é importante verificar informações antes de compartilhá-las?

Eu acredito que todos os grupos sociais merecem respeito e consideração em discussões políticas?

Eu considero que mudanças dentro do sistema atual podem levar a melhorias sociais?

Eu acredito que a cooperação internacional é importante para resolver grandes problemas globais?

Eu acho que as instituições democráticas são capazes de representar adequadamente os interesses do povo?


Ideia original de Estado responsável, Liberdade e Democracia:

Estado responsável é Estado de pertencimento - O Ser diluído no corpo território.

Estado: Bem de todos em benefício de cada um;

Liberdade de Vir, Ficar, Ir, Ser e Desobedecer;

Democracia é vontade da maioria contemplando necessidades e valores de cada um;

Os conceitos atuais de estado responsável, liberdade e democracia ainda nos remetem em defender os mais ricos. 

Nossa defensoria pública junto com movimentos sociais estão tentando melhorar essa realidade.

Em breve teremos um Estado responsável onde cada um terá seu rendimento estatal, pois cada cidadão é proprietário do estado. 

E ao espaço, onde o Estado se percebe estar inserido, pertence ao Estado.

Abaixo você encontrará alguns temas relacionados ao viés da percepção humana:

1.Viés de Confirmação e Redes Neurais: O cérebro humano está predisposto a favorecer informações que confirmam crenças pré-existentes, um fenômeno conhecido como viés de confirmação. Redes neurais especializadas processam informações de maneira que crenças arraigadas são reforçadas, enquanto informações contraditórias são minimizadas ou ignoradas. Isso ocorre porque o processamento de informações confirmatórias ativa áreas do cérebro associadas ao prazer e à recompensa, reforçando a crença.

2. Dissonância Cognitiva: Quando as pessoas se deparam com informações que contradizem suas crenças, elas podem experimentar dissonância cognitiva, um estado de tensão psicológica. O cérebro busca resolver essa tensão, muitas vezes reforçando as crenças existentes mais fortemente ao invés de aceitar novas informações. Esse mecanismo pode levar a um extremismo ainda maior.

3. Influência das Emoções: Emoções fortes podem desempenhar um papel significativo no reforço de crenças extremas. Áreas do cérebro responsáveis pela emoção, como a amígdala, podem ser ativadas por crenças carregadas emocionalmente, fortalecendo a adesão a essas crenças e diminuindo a capacidade de processar informações contraditórias de maneira objetiva.

4. Mecanismos de Recompensa do Cérebro: O sistema de recompensa do cérebro, incluindo o circuito mesolímbico, pode ser ativado por crenças que são percebidas como recompensadoras ou que reforçam a identidade ou pertencimento a um grupo. Isso pode incentivar a manutenção e até a intensificação de crenças extremas, já que a aderência a tais crenças resulta em sensações de prazer ou satisfação.

5. Identidade e Pertencimento: A neurociência também sugere que a necessidade humana de pertencimento e identidade pode ser um fator chave no extremismo. Crenças extremas muitas vezes são reforçadas dentro de comunidades ou grupos que compartilham essas visões, ativando áreas do cérebro associadas ao pertencimento social e à identidade. Isso pode tornar as crenças extremas mais atraentes e mais difíceis de mudar, pois desafiar essas crenças pode ameaçar o senso de identidade e pertencimento do indivíduo.

6. Exposição Seletiva e Câmaras de Eco: A tendência de se engajar com informações que reforçam crenças pré-existentes (exposição seletiva) e a prevalência de câmaras de eco em ambientes digitais, onde visões extremas podem ser amplificadas sem contraponto, também são fatores importantes. Estes ambientes podem reforçar redes neurais específicas associadas a crenças extremas, tornando-as mais predominantes no processamento cognitivo do indivíduo.



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Autor: Jackson Cionek